A desigualdade na ponta do lápis...


Que diferença existe entre um automóvel de U$ 94.500 e um outro cujo custo é U$ 19.500?

E se estes valores fossem utilizados para equipararmos, ou seja, colocarmos lado a lado dois imóveis?

Os 75 mil dólares de diferença entre os dois valores anunciados poderiam prover para quem os tivesse a mais e pudesse arcar com tal custo superior um produto de qualidade quase 5 vezes superior, não é mesmo? Ao menos é isto que nos dizem os números, pura e simplesmente. Na matemática elementar seria como se pudéssemos comprar com o valor mais alto quase 5 casas ou apartamentos em relação a quem possui apenas 19500 dólares para gastar, ou então, igual quantidade de veículos...

Em termos de mundo real e, traduzindo-se em produtos tangíveis, tais números equivaleriam a:

- U$ 19.500 = Casa ou apartamento popular (35 mil reais) ou um veículo médio sem acessório ou um popular equipado nesta mesma faixa de preço;

- U$ 94.500 = Casa ou apartamento de aproximadamente 170 mil reais ou um veículo de valor equivalente, ou seja, um top de linha, totalmente equipado, luxuoso e muito potente...

Tais valores representam, no entanto, conforme pesquisa recente (dados relativos a 2009) divulgada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) os montantes investidos (em média) por países como o Brasil (U$ 19.500) e EUA/Japão/Alemanha/Dinamarca (U$ 94.500), entre outros, ao longo do Ensino Fundamental (9 anos), repercutindo na vida de suas crianças e adolescentes de 9 a 15 anos de idade.

Se a comparação entre bens de consumo demonstra com clareza a diferença entre os produtos adquiridos, imagine então o que significa tal diferença de valores para a educação das gerações que passam pelos bancos escolares atualmente...

Os investimentos reduzidos, ano a ano, em educação representam infra-estrutura deficiente ou insuficiente, recursos materiais escassos ou inexistentes, mão de obra desvalorizada e desmotivada, fuga dos profissionais mais capacitados para outros setores da economia...

Se os valores forem calculados ano a ano, os montantes seriam de U$ 10.500 por aluno a cada ano ou U$ 875 per capita a cada mês nos países ricos e desenvolvidos enquanto, no Brasil e países equivalentes quanto aos gastos em educação no cenário mundial, U$ 2166 a cada ano ou U$ 180 mensais... Sem mais delongas, o que se investe em Educação Básica em países ricos em 2 anos supera os valores aplicados ao longo dos 9 anos de Ensino Fundamental no Brasil...

Ademais há de se considerar, ainda, que destina-se a educação, em países como os EUA ou a Dinamarca o equivalente a 6,2% do PIB (Produto Interno Bruto, ou seja de toda a renda nacional captada ao longo de um ano) enquanto, no Brasil, tal montante é de 5,2%. Parece pouca diferença, mas em se considerando que o PIB dos EUA (U$ 14 trilhões anuais) é quase 10 vezes maior que o do Brasil (U$ 1,6 trilhões), passamos a entender o que realmente significa este 1% a mais de investimentos em educação. Veja em números o que isso significa:

- EUA - 6,2% do PIB (U$ 14 trilhões) = U$ 868 bilhões para 300 milhões de habitantes = U$ 2893 per capita/ano

- Brasil - 5,2% do PIB (U$ 1,6 trilhões) = U$ 83,2 bilhões para 200 milhões de habitantes = U$ 416 per capita/ano

Em se comparando com a Dinamarca, por outro lado, cujo PIB é equivalente a 1/4 do brasileiro (cerca de U$ 350 bilhões), a população local é de apenas 5,5 milhões de pessoas, ou seja, na divisão do bolo, há muito mais dinheiro a ser investido per capita do que em terras brasileiras, cuja população é estimada em 200 milhões de habitantes... 

Faça a conta simples, utilizando os percentuais dos PIBs brasileiro e dinamarquês destinados a educação teremos os seguintes valores:

- Dinamarca - 6,2% do PIB (U$ 350 bilhões) = U$ 21,7 bilhões para 5,5 milhões de habitantes = U$ 3945 per capita/ano

- Brasil - 5,2% do PIB (U$ 1,6 trilhões) = U$ 83,2 bilhões para 200 milhões de habitantes = U$ 416 per capita/ano

Os cálculos relativos a educação, é claro, não incidem sobre o total da população e, sim, sobre a quantidade de alunos matriculados nas redes de ensino público, o que significa números diferentes. Os dados apresentados apenas orientam nosso olhar para a disparidade de recursos disponíveis para investimentos na educação e, com isso, explicam os resultados ruins obtidos na primeira década do século XXI pelas escolas brasileiras. 

É claro que o aumento dos investimentos auxilia ao fornecer equipamentos (livros, computadores, material para laboratórios...), melhorar a infra-estrutura (oferecer mais vagas, construir novas unidades educacionais, reformar as que necessitam...) e ainda garantir melhores salários, benefícios, formação e estímulo aos profissionais da educação. No entanto, os números do relatório da OCDE revelaram também que, em média, as salas de aula no Brasil têm aproximadamente 30 alunos enquanto em países como o Japão ou a Alemanha este número é de 20 estudantes por sala de aula.

Outro dado que de certo modo é esclarecedor quanto a desigualdade entre a educação brasileira e nos países mais desenvolvidos do mundo esclarece que enquanto em países emergentes como o Brasil o tempo médio dedicado aos estudos de matemática, ciências e português equivale a 30% de toda a vida escolar do aluno, em outras nações o tempo gasto com tais saberes é de 50%. Levando-se em consideração que estas áreas do conhecimento são consideradas essenciais justamente por constituírem "linguagens" que permitem o acesso e a compreensão de outros saberes, ou seja, funcionam como pontes que permitem o entendimento das demais disciplinas e também do mundo ao nosso redor, a discrepância percebida constitui diferença mais que sensível para o alunato.

É claro que são apenas indicadores e médias. Números que, analisados com frieza, a distância, apenas demonstram diferenças e estimulam reflexão sobre as dificuldades percebidas no país para que cheguemos a uma educação de qualidade. No entanto, vindo de organização internacional reconhecida, tais referenciais precisam ser equiparados aos demais números nacionais e estrangeiros sobre o desempenho da educação brasileira para que possamos ter estudos aprofundados que nos auxiliem a buscar caminhos, meios e fórmulas em prol de uma educação equivalente em resultados aos obtidos pelos países bem sucedidos em educação.

É evidente também que não existem fórmulas mágicas que irão da noite para o dia proporcionar a melhoria significativa da educação brasileira. Os estudos e pesquisas auxiliam ao nos trazer diagnósticos e mapeamentos dos problemas verificados. Prestam importante serviço, por exemplo, neste caso, para demonstrar que os investimentos existentes são escassos e que é preciso rever algumas práticas relativas ao cotidiano ou ao currículo escolar.

Ao apresentar a desigualdade na ponta do lápis tais documentos devem nos levar a reflexão e, principalmente, a ações que gradualmente modifiquem a realidade da educação brasileira e nos levem a almejada educação de qualidade.

Por João Luís de Almeida Machado
Membro da Academia Caçapavense de Letras

Comentários

  1. A DESIGUALDADE NA PONTA DO LÁPIS

    A Educação no Brasil é deficitária com relação aos países do primeiro mundo, porque era tratada e usada como plataforma política, simples demagogia da classe dominante.
    O Brasil, país emergente, parece estar acordando para essa realidade, pois é imperativo investir numa educação de qualidade, para sustentabilidade e continuidade do pleno desenvolvimento, como forma de obter uma sociedade mais justa e igualitária.

    Comentário feito por Maria Inês

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  2. Essa reportagem só leva nos a refletir a diferença da educação nas escolas Brasileiras com os demais países.Não podemos deixar essa desigualdade continuar temos que lutar para que nosso país seja melhor como os demais desenvolvidos. Educação tem q ser Igual para todos, independente de raça,cor ou mesmo classe media ou alta somos todos iguais temos o direito de estudar,temos que fazer algo pra mudar, nao podemos ficar de braços cruzados vendo essa indiferença. Tem q diminuir a quantidade de alunos em sala de aula para que o Professor possa dar a atenção para cada aluno assim acabar com a analfabetização que existe.

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  3. São dados realmente alarmante esse apontados,não?Para nós futuros profissionais da educação então é assustador,percebemos o tamanho da responsabilididade que temos pela frente.Além de todos os desafios que temos de lidar com a educação e formação de cidadãos,ainda temos que lidar com essa falta de deficiência do Governo em oferecer uma educação de qualidade,que é um direito previsto em Lei.Parece meio contraditório né?Mas é a realidade,a educação que temos hoje está muito longe do que seria ideal.
    Mas é aí que entra nosso compromisso futuros educadores temos o poder influência e devemos usá-lo para despertar em nossos alunos(seguidores) o senso crítico.
    A responsabilidade é nossa também.
    Mas não devemos sentir isso como uma pressão da sociedade.Afinal de contas uma vez eu houví de uma pessoa muito centrada e que também dedica parte de sua vida ensinar ao próximo que:Responsabilidade é nada mais que Responder com Habilidade e isso torna nossa desafio mais leve e menos temeroso.
    Míria Lima-Pedagogia Bilac

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  4. A educação no Brasil não vem sendo priorizada como deveria,nosso país esta muito atrasado em relação aos países desenvolvidos,essa desigualdade só vai ser amenizada quando houver um comprometimento com uma educação digna de um país grande como o Brasil.Área territorial,população,cultura são alguns fatores que pesam nessa diferença toda,uma reestruturação na base da educação talvez fosse fundamental para que o Brasil,um país tão "rico" desse uma alavancada.

    comentário feito por Wellyngtton

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  5. Não devemos deixar essas dificuldades nos afetar,embora isso seja muito dificil,no Brasil a diferença com os outros paises é muito grande devemos lutar por uma alfabetização melhor, mudanças devem vir o mais rapido possivel nos educadores temos que levantar a bandeira em busca de melhorias sei que é uma causa muito dificil mas não podemos nos conformar com esses dados é direito de todo cidadão um estudo de qualidade e obrigação do estado,temos a responsabilidade de sermos um bom educador para o futuro.

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  6. Pesquisas e informações mostram que o Brasil tem um grande desafio até democratizar a qualidade do ensino.
    Para alcançar esse objetivo torna-se necessario mobilizar e articular setores governamentais para a fiscalização dos indices graves que norteiam o sistema educacional.
    A LDB aprovada em 1996, trouxe para o nosso país um avanço no sistema educacional.
    Essa lei já passou da hora de se fixar apenas em documentos oficiais.
    A escola, precisa ganhar vida e significado para os estudantes valorizando a diversidade cultural, a democracia e o respeito. TATIANA 3PNA.

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  7. Pesquisas e informações mostram que o Brasil tem um grande desafio até democratizar a qualidade de ensino.Para alcançar esse objetivo torna-se necessário mobilizar e articular setores governamentais para a fiscalizações dos índices graves que norteiam o sistema educacional.
    A LDB aprovada em 1996, trouxe para nosso país um avanço no sistema educacional.
    Essa lei já passou da hora de se fixar apenas em documentos oficiais.
    A escola, precisa ganhar vida e significado para os estudantes valorizando a diversidade cultural, a democracia e o respeito.

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  8. A uma enorme diferença entre um carro de us 94.500 e um de us 19.500 valores completamente diferentes um do outro que daria inclusive para mudar a vida de qualquer pessoa no sentido financeiro.Tantas diferenças assim daria para fomar muito bem alunos para ter uma profissao e ser bem sucedidos na mesma porém existe uma grande difença entre investimentos que é dado aos alunos aqui no Brasil em relação a alunos de primeiro mundo,a desigualdade é tão grande que nem dá pra comparar tamanha diferença entre os dois valores,ou seja,no brasil se investe muito pouco na fomação de alunos.Mesmo assim o brasil continua tentando copiar os países de primeiro mundo nem pra prejudique muitas crianças pq eles fazem mudanças nas leís como se com a mudança fosse amadurecer a cabeça das crianças tudo isso na tentativa de economizar;Como quer se igualar com países de primeiro mundo,dessa maneira só consegue ficar na tentativa de se igualar a outros países desenvolvidos;continue tentando Brasil quem sabe daqui a 100 anos vc consegue.

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  9. Diante de tantos fatos claramente apresentados, podemos concluir que o ensino do Brasil é muito precário em relação aos países ricos, visto que nessa 1ª década do século XXI já expressou bem o resultado desse escasso "investimento", se é que podemos considerar assim, e, como já foi dito no texto, o Brasil tem que procurar outras formas, não digo só maneiras espelhadas nos países ricos, como também alternativas, alguns projetos pilotos, defendendo a idéia de que o modelo tradicional adotado, pode não ser a melhor das opções. Afinal, dependemos de que entre alguém sério no governo, para realmente investir pesado na educação, enquanto isso não acontece, damos o nosso "jeitinho brasileiro", o lado criativo é lógico.
    Bruna Firmo - Pedagogia Bilac

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  10. O Brasil é um vergonha pois com tantas riquezas, investimentos banais e o fator primordial é deixado para trás que é a educação,educação salvadora de nacões,na pesquisa nos mostra claramente em valores que o Brasil não investe no que deveria ser investido é vergonhoso esses dados.
    O Brasil ainda não acordou pra ver que a mudança esta na educação,se envistir mais na educação com certeza iremos quem sabe um dia ser um pais de primeiro mundo assim como os que investem na educação,como futura Professora acredito que se fizermos o melhor de nos para a mudança acontecer iremos conseguir mais precisamos de uma força maior (governo).
    Deixando de ser esse país tão desigual isso basta.
    Franciele A. Pascuti (Pedagogia Bilac)

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  11. Sara Maria (Pedagogia)17 de novembro de 2010 às 12:36

    Podemos perceber através deste texto o quanto a Educação do Brasil é diferente dos outros Países. O investimento na área “mais importante” para a formação do ser humano é cada vez mais escassa.
    Temos a necessidade de lutar pela igualdade na área da Educação, tanto na parte de recurso para as escolas (materiais de boa qualidade,equipamentos), quanto na valorização do Educador.
    Nós futuros Educadores temos que lutar para que nossos futuros alunos tenham uma Educação digna, que o leve a ter uma boa vida profissional e a ser um cidadão digno.
    Para isso nos é necessário arregaçar as mangas e ir a luta!

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  12. A educação brasileira vem caminhando a passos bem lentos. É triste ver que em pleno século XXI estamos tão atrasados em relação à educação.
    A educação deveria ser o objetivo maior do governo, mas com esses dados vemos que, infelizmente, não é bem assim. Os investimentos são mal distribuídos, se gasta muito com aluno do nível superior e muito pouco com aluno do ensino básico, sem falar da corrupção.
    Mas talvez para “alguns” seja interessante não ter uma educação de qualidade, pessoas sem instrução, sem educação, não tem muitas vezes, senso crítico, não é opinante, não consegue avaliar uma situação com muita clareza, por isso são pessoas mais fáceis de “enrolar”.
    Mas não podemos perder as esperanças, temos que continuar lutando por uma educação melhor, uma educação que possa formar um cidadão consciente, de valores e de caráter.
    Ana Paula Pedagogia

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  13. Realmente são dados assustadores, uma vergonha para nosso Brasil. Isso é uma falta de compromisso para com o cidadão brasileiro, pois precisamos do estudo para tudo em nossas vidas, o conhecimento é mais que tudo em nossas vidas e graças a Deus ninguem pode tirar de nós.
    Mas esse problema também é uma responsabilidade de nós futuros educador em não desanimar e correr atras cada vez mais para podermos formar uma educação de ensino melhor no Brasil.
    Aqui faço um aplelo a todos que estão passando por este site: vamos todos dar uma parcela de ajuda na educação Brasileira... pois nossos futuros filhos, sobrinhos enfim o cidadão vão precisar de uma educação melhor.

    Ângela - Pedagogia Bilac

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  14. Neste texto mostra o quanto o Brasil ainda tem que investir sobre a educação, dando recursos para os professores de ensino e também mostra que os países ricos gastam $10.500 por aluno a cada ano, o Brasil só gasta $2.166 a cada ano.
    Isso mostra o quanto o Brasil esta abaixo do nivel de investimentos em educação em relação aos países ricos.

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  15. É assustador fazermos essa comparação! De fato a não valorização da educação, e consequentemente um investimento deficiente como o do nosso Brasil numa área da importância como essa, só vem ampliar ainda mais o cenário de desigualdade entre os paises.
    É necessário darem a devida importância, e criarem medidas que ofereçam de fato uma mudança, uma revolução "das estruturas" da educação, e um investimento adequado é indispensável. Investe-se para se colher os frutos mais tarde. Esse é o caminho, essa é a solução.
    Mas... será que esse também é um anseio dos políticos? Investir para formar cidadãos críticos e ativos na sociedade?
    Postado por Fernanda -Bilac- Pedagogia

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  16. A defasagem do setor educacional no Brasil é tão gigantesca que não é possível se calcular. Desde os primórdios da elaboração da educação que foi criada em questão de necessidade é possivel perceber o quão restrito seu desenvolvimento foi, pois até hoje mantemos o atraso em relação as comparações realizadas ao primeiro mundo.Justamente tocando nessa feriada foi que tomamos medidas desesperadoras tentando chegar próximo a tais resultados pra se ter reconhecimento,igualdade de valores(como nesses países de primeiro mundo)capital estrangeiro girando dentro do país!Entretanto nunca se consegui chegar a raiz do problema que nada mais do que a falta de investimentos reais tanto na mão de obra especializada (professores) quanto aos receptores das transmissões realizadas (alunos(aqui os investimentos reais seriam poder conceder uma melhor estrutura de vida)).Ao contrario as válvulas de escapes são medidas copiadas de outras idéias que deram certas mas a utilização é simplesmente maquiagem de resultados como exemplo a criação de mais um ano no ensino fundamental,bom tudo bem nada contra porque a idéia em si é bem idealizada porem vejo a praticidade disso pelo angulo de ciar-se mais um ano e não adiantar um ano,sem mencionar que isso é realizado de maneira até digamos traumática para as crianças.É comum a preocupação crescente em petróleo no país,entretanto onde teremos mão de obra qualificada pra tal investimento ?Importaremos o serviço?Sem base, apoio na escola um cidadão hoje não chega a se quer entender as especificações exigidas do mercado de trabalho pra desempenhar a função em questão!Até quando continuaremos financiando utopias?!È fácil gastar dinheiro público com Petróleo?Com pagamento de divida externa?Com multinacionais?Com privatizações?E nosso alicerce fica onde?!Nossa projeção de qualidade na educação não passa de sonho?De maquiar e mascarar resultados?Quando nós como cidadãos iremos buscar nossos direitos e acabar com toda essa desigualdade absurda?!

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  17. é triste falar que nosso país esta atrasado perante outros paises desenvolvidos,mas é a realidade que enfrentamos,não podemos ficar quietos diante desse fato o negócio mesmo é fazer debate,é e claro é tão chato saber que as pessoas com mais poder aquisitivo,o ´´governo´´,nem liga para esse assunto, para eles tanto faz melhorar a educaçao de qualidade.caso ao contrario teriamos uma educaçao melhor...
    Diana anjos/Pedagogia

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  18. Meu comentario em cima desse texto, dessa reflexão mundial em termos
    De qualidade de ensino a desigualdade na aréa da educação, se baseia com,
    o comentário que eu fiz no texto da Pedagogia da produtividade. Novamente eu afirmo
    Que a educação no Brasil não tem valor, por mais que aos olhos de muitas das pessoas
    Dos educadores principalmente vendo a educação como base, estrutura fundamental na vida de uma pessoa que realmente é importante e de grande necessidade para um formação de um ser humano, não é conhecido pelos que governam esse país, é facil diser em candidaturas que haverá melhorias na parte da educação, mas nada acontece, é publicado em jornais, entrevistas das escolas principalmente na área do Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo a grande falta de Infra-estrutura de recursos tecnologicos de falta de Profissional qualificado nas escolas publicas, escolas de periferia. Porque?, não me diga que é falta de dinheiro no país porque não é. Como uma país tem economias para investir em grandes tecnologias se do outro lado da historia a millares de crianças sofrendo com a falta de recursos de estabilidade educacional no país?. Quanto a ter 20 ou 30 alunos em sala de aula no meu ponto de vista, isso é relativo. Sim, claro que ter 50 alunos dentro de uma sala, onde não tem nenhuma estrutura que possa abranger essas demanda, não ter recursos e planejamento pelo qual se possa dar um ensino de qualidade, não reconhecendo o trabalho do Profissional da área da educação com a remuneração merecida e digna de um educador não tem como ter um bom resultado.

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  19. O ultimo comentario foi da Jéssica Naísa aluna de pedagogia do Bilac
    dia 9/12/2010 ás 13h10.

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  20. O Brasil Infelizmente em termos de investimento referente à educação se encontra no índice de pesquisa como possuir educação inaceitável, ou seja, está longe de obter padrão em termos de qualidade de ensino isso por não investir o quanto deveria o seu (PIB) se comparado aos países desenvolvidos como o próprio texto cita.
    Porque não investir mais em educação de qualidade ao invés de investir na maioria das vezes para obter status ou qualidade de vida só para aqueles possuem maior poder aquisitivo.
    Educação de qualidade é direito do cidadão e deve ser prioridade nas mãos do governo, não pela metade, mas sim com qualidade. Mas cabem as bases governamentais certamente investir como deveria, pois certamente o retorno seria ainda maior e melhor para o nosso país.
    EDUCAÇÃO GERA → CAPACITAÇÃO QUE GERA → EFICÊNCIA E EFICÁCIA.

    Tamara Almeida - Pedagogia Bilac.

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  21. karinna Alves Paciencia14 de dezembro de 2010 às 21:24

    Pude compreender conforme pesquisa recente (dados relativos a 2009) divulgada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que o Brasil investe muito pouco em educação comparado com outros países.
    ( O Brasil investe (U$ 19.500) e EUA/Japão/Alemanha/Dinamarca (U$ 94.500) ao longo do Ensino fundamental, o investimento desse capital repercute na vida de suas crianças e adolescentes de 9 a 15 anos de idade.

    O Brasil se destaca no pouco investimento representa infra-estrutura deficiente ou insuficiente, recursos materiais escassos ou inexistentes, mão de obra desvalorizada e desmotivada, fuga dos profissionais mais capacitados para outros setores da economia...

    Comparando com o Brasil os outros países estão muito mais preocupados com a Educação, o que os outros países investem na Educação Infantil se compara com que o Brasil investe ao longo dos nove anos do Ensino Fundamental.

    É necessário que o Brasil invista em Educação fornecendo Equipamentos (livros, computadores, material para laboratórios...) melhorar a infra-estrutura (oferecer mais vagas, construir novas unidades educacionais, reformar as que necessitam...) e ainda garantir melhores salários, benefícios, formação e estímulo aos profissionais da educação.
    O Brasil precisa diminuir a quantidade dos alunos por sala para melhorar o rendimento escolar, se tem 30 -40 alunos por sala precisam diminuir para 20 alunos no máximo.

    O Brasil dedica 30% da vida escolar dos alunos para aprender matemática, ciências e português.

    Outros países dedicam 50% da vida dos alunos com tais saberes.

    Esses saberes são essenciais para os alunos, pois constroem sua linguagem e esses saberes são pré requisito para conhecerem outros saberes, o como funciona o mundo ao seu redor.

    O Brasil precisa entender que investimento em educação é muito mais importante do que a frieza dos números,representa educação de qualidade e o Brasil precisa encontrar caminhos, meios e fórmulas para se alcançar a Educação de qualidade comparando com os outros Países.

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