O mistério não resolvido de AVENIDA BRASIL
Descobrimos quem matou o Max, mas outro mistério ficou no ar em Avenida Brasil:
Onde foi parar o filho (ou seria filha) da Suellen?
Numa das últimas cenas da novela de grande sucesso, todos a mesa na mansão do Tufão, quando entram Jorginho e Nina, aparece outra criança, ao lado de Débora, aparentando ser filho dela e de Iran...
Agora, o filho de Suellen e de um de seus companheiros, Leandro e Rony, não apareceu em momento algum...
A despeito disso e de outros deslizes (como a milagrosa recuperação da vilã mor da novela, Carminha), Avenida Brasil foi um grande sucesso e o deslocamento da trama da zona sul carioca para o subúrbio, no caso o fictício bairro do Divino, fez com que este folhetim global se tornasse um grande sucesso de público e que até mesmo a crítica, normalmente pouco afeita a novelas, pareceu se render a história.
Parabéns a todo elenco, que brilhou de forma praticamente unânime, ou seja, com todos os atores e atrizes em atuações memoráveis. Destaque especial para Adriana Esteves como Carminha, que esteve fantástica e entra para o rol das grandes vilãs das telenovelas; a Juliano Cazarré como Adauto, que roubou a cena diversas vezes e imprimiu humor até mesmo nas mais dramáticas passagens; a Murilo Benício, que como Tufão traduziu-se como o homem de família, com caráter e simplicidade; ao núcleo da zona sul, com Alexandre Borges a frente, que deu leveza e graça a história; e a todos os demais atores Vera Holtz (a mãezona do lixão), Débora Falabela (a heroína justiceira), Heloísa Perissé (a mulher de fibra e empreendedora), José de Abreu (arrasou como Nilo), Cauã Reymond (a história de pai e filho foi belíssima), Marcello Novaes (Max foi o melhor papel do ator que se mostrou a altura), Marcos Caruso (Leleco, mais uma bela atuação para o currículo do ator), Ísis Valverde (como a maria-chuteiras Suellen)...
Igualmente parabéns a direção, ao autor da trama e a todos os técnicos que nos bastidores fizeram com que Avenida Brasil parasse o Brasil quando era exibida.
Numa das últimas cenas da novela de grande sucesso, todos a mesa na mansão do Tufão, quando entram Jorginho e Nina, aparece outra criança, ao lado de Débora, aparentando ser filho dela e de Iran...
Agora, o filho de Suellen e de um de seus companheiros, Leandro e Rony, não apareceu em momento algum...
A despeito disso e de outros deslizes (como a milagrosa recuperação da vilã mor da novela, Carminha), Avenida Brasil foi um grande sucesso e o deslocamento da trama da zona sul carioca para o subúrbio, no caso o fictício bairro do Divino, fez com que este folhetim global se tornasse um grande sucesso de público e que até mesmo a crítica, normalmente pouco afeita a novelas, pareceu se render a história.
Parabéns a todo elenco, que brilhou de forma praticamente unânime, ou seja, com todos os atores e atrizes em atuações memoráveis. Destaque especial para Adriana Esteves como Carminha, que esteve fantástica e entra para o rol das grandes vilãs das telenovelas; a Juliano Cazarré como Adauto, que roubou a cena diversas vezes e imprimiu humor até mesmo nas mais dramáticas passagens; a Murilo Benício, que como Tufão traduziu-se como o homem de família, com caráter e simplicidade; ao núcleo da zona sul, com Alexandre Borges a frente, que deu leveza e graça a história; e a todos os demais atores Vera Holtz (a mãezona do lixão), Débora Falabela (a heroína justiceira), Heloísa Perissé (a mulher de fibra e empreendedora), José de Abreu (arrasou como Nilo), Cauã Reymond (a história de pai e filho foi belíssima), Marcello Novaes (Max foi o melhor papel do ator que se mostrou a altura), Marcos Caruso (Leleco, mais uma bela atuação para o currículo do ator), Ísis Valverde (como a maria-chuteiras Suellen)...
Igualmente parabéns a direção, ao autor da trama e a todos os técnicos que nos bastidores fizeram com que Avenida Brasil parasse o Brasil quando era exibida.
Por João Luís de Almeida Machado
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