Limites na relação com a tecnologia
"A ficção científica tem tentado nos alertar desde o final do século XIX e, principalmente, a partir da produção de seus grandes autores do século XX, quanto aos limites da ciência e da tecnologia. Limites que pensamos hoje, envolvidos por um turbilhão de descobertas que a cada novo dia transformam mais e mais nossas existências, não existirem. E estamos tão envolvidos com os avanços da ciência e o surgimento de equipamentos e máquinas tão fabulosos que nos esquecemos de viver. Na verdade estamos tentando reinventar a vida a partir das próteses eletrônicas, mecânicas, biotecnológicas e virtuais e deixando de lado a existência que realmente importa, aquela do mundo real, físico, composto a partir de nossas ações, idéias, realizações, práticas e relações..." (http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=741)

O ser humano está cada vez mais acelerado, e isso se deve principalmente ao avanço das tecnologias. E acelerando seu rítimo de vida, o indivíduo deixa de viver as melhores coisas, os melhores momentos...Realmente, é necessário parar para refletir:
ResponderExcluir"até que ponto vale a pena se deixar levar por esse turbilhão tecnológico?"
Oi Eliege,
ResponderExcluirTemos que tomar cuidado quanto a relação que criamos com a tecnologia, entendendo que essas máquinas e sistemas são apenas recursos adicionais a nossa experiência e trabalho. Nunca devemos considerá-las como fins, sempre como meios... O mais importante é sempre o fator humano, as relações que travamos com o mundo, com as pessoas, com a natureza...
Usamos a tecnologia cada vez mais em nosso dia a dia, devemos usar e abusar do que nos for bom,ajudando no nosso aprendizado e facilitando a nossa vida.
ResponderExcluirDevemos tomar cuidado para não esquecermos de coisas importantes em nossas vidas como o amor , o carinho ,o afeto o contato pessoal com o outro que máquina nenhuma pode substituir.
Rita
Oi Rita,
ResponderExcluirÉ verdade, nada substitui o contato humano, a presença e a proximidade são essenciais. Usar as ferramentas pode ser muito útil, mas apenas em situações nas quais o encontro com outros seres humanos não possa ocorrer.