Nossa matéria-prima é o mundo
“Erguer uma cidade educadora implica, em poucas palavras, derrubar os muros da escola e fazer da cidade, um aglomerado de salas de aula, convidando o aluno a trilhar pelas mais diversas experiências. Teatros, cinemas, praças, parques de diversões, exposições, bibliotecas, concertos, empresas – passam a compor o roteiro permanente de aprendizado.” (Gilberto Dimenstein)
Nessas palavras reside uma necessidade básica da educação que reside na necessidade de, literalmente, “sair da toca”, permitir o contato dos estudantes com a realidade, estimular a troca que dá vida, que permite o crescimento, que instrui e constrói uma retaguarda verdadeira, dos ensinamentos que ficam e florescem. Sair das escolas e visitar museus, cinemas, teatros, bibliotecas; ir a mercados municipais e conversar com as pessoas que ali trabalham; fazer visitas a asilos ou creches para aprender lições de solidariedade; conhecer o trabalho em fábricas, escritórios ou hospitais para entender o que significa ser profissional; que melhores aulas poderíamos ter? (http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=227)
Nessas palavras reside uma necessidade básica da educação que reside na necessidade de, literalmente, “sair da toca”, permitir o contato dos estudantes com a realidade, estimular a troca que dá vida, que permite o crescimento, que instrui e constrói uma retaguarda verdadeira, dos ensinamentos que ficam e florescem. Sair das escolas e visitar museus, cinemas, teatros, bibliotecas; ir a mercados municipais e conversar com as pessoas que ali trabalham; fazer visitas a asilos ou creches para aprender lições de solidariedade; conhecer o trabalho em fábricas, escritórios ou hospitais para entender o que significa ser profissional; que melhores aulas poderíamos ter? (http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=227)
- Saiam da toca, utilizem a tecnologia, conectem-se a internet, mas não percam nunca de vista que o mundo é nossa principal matéria-prima e que a humanidade constitui o elemento essencial das transformações (para o bem e para o mal) que estão acontecendo em todos os cantos do planeta.
- A nós, educadores, compete orientar os processos, ler o mundo com constância, apresentar nossa sabedoria para a construção de um amanhã mais justo, digno, correto e verdadeiro.

“Erguer uma cidade educadora implica, em poucas palavras, derrubar os muros da escola e fazer da cidade, um aglomerado de salas de aula, convidando o aluno a trilhar pelas mais diversas experiências." Achei muito interessante este pensamento situado no texto. Penso que devemos aproximar cada vez mais a versão escolar da versão social, abrindo a escola e trazendo para dentro dela conteúdos e textos tais como eles existem na sociedade. Os alunos devem trabalhar com situações reais, significativas para que sintam o desejo de aprender.
ResponderExcluirUm abraço
Meire
Olá Meire,
ResponderExcluirA escola dissociada da realidade é uma instituição desvinculada de seus compromissos sociais, que pouco ou nada promove em prol do mundo em que vivemos. A noção que possuímos de sala de aula, limitada ao espaço físico da escola, tem que ser mudada em prol de uma pedagogia participativa, engajada, transformadora!
É de grande importância ter esta visão que o mundo continua sua extensão fora dos muros da escola e que se torna necessário existir uma ligação entre o conteúdo e o real,cabendo ao educador estimular o seu aluno a ser um investigador do seu contexto social.
ResponderExcluirDiante dos avanços tecnológicos, é muito importante oportunizar todos ao conhecimento e aprimoramento das novas técnicas, não perdendo de vista os valores humanos, dos direitos e deveres de cada um na sociedade.
ResponderExcluirOi!Atuo na Educação há 14 anos e acredito numa educação libertadora, que rompa com os paradigmas e "dogmas". Precisamos urgentimente "derrubar os muros da escolas", principalmente quando acorrentamos nossos alunos; quando desrreipeitamos seu modo natural e lúdico de aprender, quando o impedimos de falar, participar... e o obrigamos a decorar...Quando escutamos "profissionais" dizendo que antigamente a escola era boa... que devemos ensinar o B A BA - nos calamos ... Vemos os colegas gritando e agredindo o aluno verbalmente... - Nos omitimos .
ResponderExcluirDerrubar os muros da escola é acreditar no aluno, apresentar meios que o ajude a reconhecer-se como cidadão, respeitá-lo. Chega de encher a lousa com:" Vovô viu a uva da vovó" e fazer a criança copiar isto é um crime. Educador é aquele que, mesmo não sabendo tudo, estuda... Questiona... Procura meios de transformar e educação.
Que possamos abrir nossas mentes para o novo que já não e tão novo assim... Está ai para quem tem vontade de fazer!
Oi Carla, Marcilene, Jacqueline e Silvia,
ResponderExcluirO mundo virtual é fascinante aos olhos de todos nós, não podemos, no entanto, deixar de perceber que ele apresenta apenas reproduções do mundo real e que, é nesse universo que vivemos e ao qual devemos devotar os nossos esforços maiores em nossa luta por dignidade, justiça, fraternidade, paz e amor.
A escola enquanto instituição social esqueceu ao longo de sua existência que se é um prolongamento da vida e para a própria vida, assumindo uma estrutura burocratizada tal que mesmo aos seus olhos não se reconhece como tal... A legislação toma como fôlego inicial que a educação deve ser formadora para vida...mas somos nós, dia a dia, que devemos transpor tais muros... Um abraço a todo os desconstrutores...
ResponderExcluirDevemos trabalhar a sociedade de um modo geral com os alunos mais próximos da realidade em que estão inseridos e o uso do computador é uma ferramenta importante para que eles estejam a par de situações que em outras circunstâncias não teriam acesso.Um Abraço Cristiane e Vera Alice
ResponderExcluirOi Balena, Cristiane e Vera.
ResponderExcluirGostei da idéia de "desconstruir" como parte dos procedimentos que devemos adotar em nossa prática de educadores. Sem dúvida, enfrentamos entraves burocráticos que nos atrapalham e temos que ter criatividade para superar tudo isso. Aproveito também para reiterar a idéia de que o aluno e o seu contexto, a sua realidade e a visão de mundo que construiu externamente a escola não pode ser desprezada e sim, adicionada e utilizada como elemento facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Abraço.
Concordo que temos que "sair da toca", mas é complicado dependendo do assunto, uma vez que trata-se de crianças carentes que não têm oportunidades de conhecer lugares que enriqueceriam sua vida escolar. Seria preciso que o governo desse uma ajuda de custo para pelo menos uma aula passeio, a partir da 3ª série, que começam a estudar assuntos mais específicos, o cilma por exemplo, para terem a oportunidade de um estudo do meio.
ResponderExcluirOi Kellen,
ResponderExcluirA minha sugestão nesse caso é que o mundo a ser conhecido não precisa estar tão longe. Que tal começar pelo bairro, visitando uma praça, um asilo, o mercado municipal ou a câmara dos vereadores? As alternativas próximas também são interessantes, despertam os alunos e os fazem se interessar mais pelo mundo que os cerca!
O curso Informática na Educação é ótimo para quem quer aprender novos desafios para ensinar seus alunos.
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