Parados no tempo e no espaço

Imagine que um cidadão tivesse dormido um século e acordasse agora. O mundo seria uma grande surpresa para ele. Aviões. Celulares. Arranha-céus. Ao entrar numa casa, ele não conseguiria entender o que é uma televisão. Ou um computador. Poderia se maravilhar com uma barra de chocolate. Escandalizar-se com os biquínis das moças. Perder-se num shopping center. Mas, quando ele deparasse com uma escola, finalmente teria uma sensação de tranqüilidade. "Ah, isso eu conheço!", pensaria, ao ver um professor com um giz na mão à frente de vários alunos de cadernos abertos. "É igualzinho à escola que eu freqüentei." (Revista Época, Edição 466, 23/04/2007)
  • Quanto tempo ainda continuaremos adomercidos? Quando iremos recuperar o tempo perdido? Que perspectivas temos de que a escolar realmente vá se renovar? Basta introduzir as tecnologias e essa inovação chegará? O que podemos (e devemos) fazer?

Comentários

  1. O texto é propicio para nós que estamos começando a trilhar os caminhos da informática.

    Turma de formação de educadores de Bauru

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  2. João Luís de Almeida Machado23 de abril de 2007 às 12:33

    É Lourdes,

    Parece que na educação o nosso sono é tão grande que dormimos enquanto os outros segmentos de trabalho e vida se mobilizam e transformam-se a todo o vapor. As tecnologias na escola constituem mais um capítulo de nossa vagareza... (somente mais um capítulo, infelizmente). Temos que acelerar sem perder a capacidade de refletir sobre o que estamos fazendo!

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  3. Pensemos num futuro mais distante...talvez daqui uns trinta anos...um cidadão que dormisse hoje por esses trinta anos e acordasse em 2037...ele não mais reconheceria a escola...notebooks numa sala circular, um professor on-line falando por teleconferência, alunos pesquisando os conteúdos escolhidos numa biblioteca virtual...é assim que espero que o mundo esteja no futuro devido à nossa intervenção e reflexão hoje. Nós estamos plantando as sementes desse futuro.Um futuro onde aprender seja gostoso. Um futuro onde o professor seja um incentivador e mediador de conhecimentos. Vamos plantar essa semente boa!!!
    Aline
    Mediadora da Formação Planeta Educação -Bauru

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  4. João Luís de Almeida Machado24 de abril de 2007 às 08:44

    Oi Aline,

    Espero que você tenha razão! Que no futuro a escola que estamos pensando hoje torne-se realidade para todas as crianças do Brasil e do mundo. Também quero acreditar que, apesar do foco tecnológico, não deixaremos de lado o fator humano, imprescindível para nossas escolas e vidas!

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