Qual é o seu tempo?
Qual é o seu tempo? Corporal ou mecânico? Você já parou para pensar nisso? O que na sua vida é determinado pelo relógio? O que, por outro lado, acontece a partir de sua própria iniciativa e vontade? Quantas vezes o relógio foi burlado por sua ação? Que ocasião marcante de sua vida teve como início a liberdade em relação aos ponteiros mecânicos da máquina do tempo e de seu infindável “tic-tac”?
Embalados pelo movimento preciso, calculado, frio e inclemente do tempo mecânico estipulamos horários para tudo em nossas vidas. Temos que acordar às seis da manhã, lavar o rosto as seis e cinco, escovar os dentes até as seis e quinze, trocar de roupa no pior das hipóteses até as seis e meia. Nosso café deve ser tomado até as sete horas, para pegarmos o ônibus ou irmos de carro ou metrô para o serviço ou para a escola e chegarmos antes das oito...
Almoçamos entre as doze e as treze horas. Lemos os jornais no final do dia, quando chegamos exaustos, pouco depois do banho que tomamos entre as dezoito e trinta e às dezenove horas. Jantamos solenemente com nossos familiares até as vinte horas. Depois vemos televisão, acompanhando o noticiário das oito e quinze, a novela das vinte e uma horas e adormecendo logo em seguida...
Programamos os nossos aperfeiçoamentos e prazeres desconsiderando inclusive os eventuais anacronismos dos relógios. Procuramos brechas em nossas agendas e encaixamos compromissos na academia, no curso de línguas, nas aulas de computação ou até mesmo, para que possamos desfrutar de um pouco de música, leitura, companheirismo e amor...
Embalados pelo movimento preciso, calculado, frio e inclemente do tempo mecânico estipulamos horários para tudo em nossas vidas. Temos que acordar às seis da manhã, lavar o rosto as seis e cinco, escovar os dentes até as seis e quinze, trocar de roupa no pior das hipóteses até as seis e meia. Nosso café deve ser tomado até as sete horas, para pegarmos o ônibus ou irmos de carro ou metrô para o serviço ou para a escola e chegarmos antes das oito...
Almoçamos entre as doze e as treze horas. Lemos os jornais no final do dia, quando chegamos exaustos, pouco depois do banho que tomamos entre as dezoito e trinta e às dezenove horas. Jantamos solenemente com nossos familiares até as vinte horas. Depois vemos televisão, acompanhando o noticiário das oito e quinze, a novela das vinte e uma horas e adormecendo logo em seguida...
Programamos os nossos aperfeiçoamentos e prazeres desconsiderando inclusive os eventuais anacronismos dos relógios. Procuramos brechas em nossas agendas e encaixamos compromissos na academia, no curso de línguas, nas aulas de computação ou até mesmo, para que possamos desfrutar de um pouco de música, leitura, companheirismo e amor...
Por João Luís Almeida Machado

Olá pessoal da Planeta Educação e educadores da Rede Municipal de Bauru!
ResponderExcluirVejam que maravilha o material que o João Luís disponibilizou para todos nós!
Agradeço muito ao João o carinho, a atenção e a qualidade do material inserido neste blog: um caminho novo para darmos prosseguimento a tantas e tão boas aprendizagens!!!
Colegas educadores aproveitem bastante e façam seus comentários!
Abraços
Christina
Coordenadora da Planeta Educação em Bauru.
Olá amigos de Bauru, Gostaria de aproveitar o espaço para lhes dizer que foi um grande prazer visitar sua cidade e apresentar a palestra "Escolhendo a pílula azul ou a pílula vermelha". Através desse novo espaço, dentro do mundo virtual, estaremos trocando mais idéias. Espero que seja tão agradável e útil quanto foram os encontros presenciais. Abraços a todos. Prof. João Luís
ResponderExcluirJoão, você despertou em muitos participantes da palestra "Pílula Vermelha e Pílula Azul" o desejo e a sede de aprender cada vez mais.
ResponderExcluirE isso, não se reflete apenas no seu trabalho, mas no nosso também. Obrigada pela força, pois você foi mais um tijolinho na construção dos nossos ideais.
Abraços
Mediadora Graciele
Planeta Educação Bauru
Boa Noite, João Luís!!!
ResponderExcluirSuas reflexões em Bauru me fizeram repensar muitas coisas...uma delas é a maneira como utilizo meu tempo. Precisamos aprender a otimizar nosso tempo para produzirmos qualidade e mudanças efetivas na Sociedade. Abraço!!!
Aline Cristine P. Ribeiro - mediadora da Formação - Planeta Educação - Bauru
Olá,joão luís ,gostamos da palestra em particular da parte em que disse sobre agregar valores,usar técnologia +planejamento e utilizar como ferramentas para melhorar a qualidade não esquecendo dos demais recursos.
ResponderExcluirum abraço
vera e cybelle
A utilização de novos recursos na educação depende da forma como lidamos com o tempo. Temos que racionalizar nossas ações "sem perder a ternura jamais" (Che Guevara). Não somos máquinas, mas somos inteligentes e devemos compor esforços com os recursos da tecnologia, aliando o que já conhecemos com o que estamos recebendo como reforços para o nosso trabalho!
ResponderExcluirBoa noit!
ResponderExcluirJoão Luís!
No texto qual é o seu tempo podemos ver que somos escravos do tic-tac do relógio.
Acho que deveríamos ouvir um pouco mais o tic-tac do nosso relógio biológico,no lugar de ouvir tanto as batidas silenciosas dos relógios digitais ou analógicos.
Se fizéssemos isso, talvez vivessemos menos estressados e mais felizes.
Oi Elaine,
ResponderExcluirFelicidade é fundamental! Ria mais, converse com freqüência, divirta-se sempre que puder! Abrace seus amigos e parentes! Beije os amores de sua vida! Guarde um tempo para seus prazeres! Permita-se fazer o que realmente lhe apetece!