Inteligência Intrapessoal e Interpessoal
Formiga Z - A minha vida inteira eu morei e trabalhei em uma cidade grande e, pensando bem, isso é um problema... Eu nunca me senti confortável no meio de multidões. É sério, eu fico angustiado em lugares fechados. Eu me sinto asfixiado. Eu sempre fico me dizendo que deve haver alguma coisa melhor lá fora. Talvez eu pense demais... Eu acho que tudo se deve ao fato de eu ter sido uma criança muito ansiosa. Sabe, minha mãe não tinha tempo para mim. Quando se é o filho do meio, numa família de 5 milhões, não se recebe muita atenção, é impossível, não é? E, eu sempre tive complexo de abandono. O meu pai era basicamente um zangão, como eu já disse, e ele saiu voando quando eu era só uma larva. E, o meu trabalho, ah, eu não quero nem começar a falar. Eu fico doente só de pensar. Eu não fui feito para ser um operário. Isso eu tenho absoluta certeza. Eu me sinto fisicamente inadequado. Minha vida inteira eu nunca, nunca fui capaz de levantar mais de dez vezes o meu próprio peso. E, pensando bem, carregar entulho... Não é bem a minha idéia de uma carreira promissora... E esse negócio de super-organismo eficiente, eu não consigo engolir, eu tentei, mas eu não consigo. Será que eu tenho que fazer tudo pela colônia? E os meus desejos? E eu? Quer dizer, eu tenho que acreditar que existe um lugar melhor fora daqui. Senão é melhor eu me encolher em posição larval e chorar... Todo esse sistema me faz sentir... Insignificante!
Formiga Terapêuta - Excelente! Conseguiu expressar suas emoções.
Formiga Z - É mesmo?
Formiga Terapeuta - É Z, você é insignificante...
Formiga Z - Ah! Sou é...
(Diálogo inicial da animação “FormiguinhaZ”, dos diretores Eric Darnell e Tim Johnson, produzido pela DreamWorks, em 1998)
Transfira-se para a pele da Formiguinha Z e viva o dilema que dela toma conta nessa seqüência inicial da produção da Dreamworks. O objetivo é fazer com que você repense sua existência, seus conceitos, sua carreira, seus propósitos de vida, seus projetos... E que entenda que os vazios que eventualmente tomam conta de nós e nos levam a nos sentir insignificantes não podem jamais nos fazer desanimar, mas sim nos levar a reconstrução de nossas vidas e caminhos.
Howard Gardner, professor e pesquisador de Harvard, tem desenvolvido em suas obras sobre Inteligências Múltiplas conceitos como os de Inteligência Interpessoal e Intrapessoal. Para sabermos ao certo como estamos nesse campo temos que inicialmente descobrir com mais detalhes o que significam essas expressões. Procure se aprofundar mais no tema e divida seus conhecimentos sobre esse assunto conosco no blog. Depois disso faça um exercício de introspecção para descobrir-se e analisar sua relação consigo mesmo, com as outras pessoas e com o mundo.
Para facilitar a compreensão, leia inicialmente a reflexão sobre a animação "FormiguinhaZ" disponibilizado no Planeta Educação, na coluna Carpe Diem, no link http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=930
Por João Luís de Almeida Machado


lendo o texto acima e o artigo no planeta educação percebi q se existe alguem que pode fazer a diferença esse alguem sou eu mesmo. nos sempre podemos nos refletir em alguem mas o que sou e para onde irei só eu poderei decidir e agir. isso se chama liberdade, muitas vezes nao passa de uma ?, seria muito mais facil se alguem dissese vai por aqui que e melhor. mas ai perde a graça de viver.
ResponderExcluiro relacionamento com os demais a minha volta nem sempre ocorre do jeito mais correto tanto pela educação quanto pela propria frequencia. ontem percebi q apesar de morar a 8 meses nao conhecia meus vizinhos apenas o porteiro e a cindica. vou começar a mudar esse quadro.
eu posso nao saber quando vou precisar daquela pessoa, mas quero q ue ela saiba q se precisar de mim estarei disposto a ajudar.
e é isso devagarinho eu chego la nunca sozinho, mas de preferencia com quem mereça estar lá tambem.
Gostei bastante do trecho do filme exibido em sala de aula, tanto, que passei numa video locadora e o levei pra casa pra assistir na íntegra.
ResponderExcluirQuanto ao artigo escrito pelo João Luis, muito interessante.
O filme me leva imediatamente ao mercado de trabalho. O ambiente corporativo realmente nos faz sentirmos apenas mais um. Na verdade, a organização só existe porque é composta por muitos indivíduos, cada um com suas particularidades, necessidades e anseios. Não é possível que uma empresa onde trabalhem inúmeras pessoas, elas possam tratadas dentro da sua individualidade. O grande desafio do gestor é tentar enxergar cada colaborador como uma pessoa, dentro de suas necessidades. Mas isso, eu sinceramente não acredito ser capaz. Acho mesmo e torço para que num futuro bem próximo essa relação venha a melhorar, mas por toda vida de trabalho, concluí que é uma questão muito difícil e complexa. Continuaremos sendo por muito tempo ainda, a formiguinha Z.
Uma coisa que considero muito importante - outro aspecto do filme: o trabalho em equipe e a motivação pessoal que cada um de nós temos que buscar!
Sempre paramos a analisamos o mundo a nossa volta, seja de acordo com as padroes de comportamento exigidos pela sociedade ou por nossas proprias conclusoes ou particularidades.
ResponderExcluirIsso nos remete e uma reflexao sobre quem somos ou quem devemos ser. E claro que todos buscam uma boa convivencia e atingir ao maximo o equilibrio. O equilibrio tras seguranca e um bom funcionamento do todo, a sociedade precisa de voce, mas voce tambem precisa da sociedade, ninguem consegue viver isoladamente e tambem nao se pode abrir mao da felicidade e da realizacao.
O equilibrio nao deixa espaco para a frustracao.
E claro que no exemplo dado pelo filme, ha uma stagnacao dentro das camadas trabalhadoras, mas as crises pessoais do personagem que dao a margem a sua infelicidade.
Para quem viu o filme inteiro sabe-se que ele conseguiu mudar e e o que devemos fazer, se ha a infelicidade, devemos lutar para conseguir algo melhor e/ou compativel com a sua personalidade e necessidades.
Pelo trecho do filme passado em sala de aula, deu para retratar o mercado de trabalho. Que talvez não dependa só de nós e sim um pouco de motivação e respeito. E por isso quero fazer a diferença comigo mesmo e com cada um ao meu redor. Até que ponto somos corretos? Depois do video pretendo mudar algumas atitudes para melhorar minha vida e a do próximo.
ResponderExcluirApós ver esse trecho do filme e o artigo que se ençcontra no planeta educação, e refletir muito sobre todas as minhas atitudes, reanalizar toda minha vida percebi o quanto tenho que mudar para sempre tentar melhorar e alcançar meus objetivos, valorizar cada momento, por mais insignificante que pareça... tenho conciência que não será nem um pouco fácil e nem espero que seja, afinal quem toma as decisões na sua vida além de você mesmo? Não fosse isso, que sentido teríamos em viver?
ResponderExcluirApesar de triste é assim que muitas pessoas se sentem em seu trabalho, o filme retrata exatamente o que pensa uma boa porcentagem dos trabalhadores que não procuram satisfação pessoal e que muitas vezes não percebem que existe uma inteligencia a ser desenvolvida e que com isso podem ser mais felizes.
ResponderExcluirA satisfação pessoal nos leva cada mais mais longe nos provando uqe podemos ser sempre melhores do que ja somos, a questão é saber o que se quer e lutar para conseguir.
Foi difícil tanto ler o texto como o artigo, e parar pra pensar...Em tantos momentos já me senti insignificante, principalmente em relação as minhas amizades, muitos desde o colégio se afastaram, lógico que seria uma coincidência enorme "todos" se voltarem contra mim, pensei, talvez o problema esteja comigo...e realmente descobri que outros caminhos seriam melhor...só que não adiantaria nada eu mudar minhas atitudes e ou outros continuassem os mesmos...Eu poderia pensar que se alguma coisa poderia ser mudado, ninguém melhor que eu, para ser pelo menos uma, a pensar de um novo modo em que a humanidade pudesse caminhar melhor...mas de que adiantaria se ninguém mais pensasse além de mim????Nas experiências em que tive nos estágios percebi que em todos os lugares em que vou trabalhar haverá o individualismo, um querendo derrubar o outro, talvez não seria melhor um trabalho em equipe?Talvez eu não consiga me expressar claramente, mas o que eu não consigo entender é : eu sei que tenho que mudar para me tornar uma pessoa melhor e para um ambiente melhor desde trabalho até dentro de um lar, mas e as outras pessoas? se importam com isso?ou só pensam em si mesmas?o que fazer para melhorar isto?!?!?!
ResponderExcluirAcho que se nós usarmos nossa inteligência para o bem, podemos fazer a diferença tanto em nossa carreira quanto na sociedade.Devemos não apenas esperar que outras pessoas façam as coisas por nós, mas nós mesmos fazermos para que ajudemos a sociedade a ser um lugar melhor.
ResponderExcluirTemos que tentar nos relacionar da melhor forma possivel com as pesooas a nossa volta,eu sei que as vezes erro no relacionamento com as pessoas mas depois admito meu erro ,fazendo assim meus relacionamentos serem bons e proveitosos.
Vendo o trecho do filme... percebi que infelizmente no mundo há muitas pessoas que se sentem insignificante, pois as vezes o que fazemos não é considerado de extrema importância para o restante da sociedade, assim, valorizando coisas não tão importantes.... Hoje em dia, por exemplo, o complexo de moda é muito discutido, pois se você não possui algum aparelho novo ou não esta na moda, você ja automaticamente se sentirá excluido e será induzido a compra-lo para se tornar um membro da sociedade respeitado. Mas não podemos esquecer de nossos valores interiores, objetivos e desejos... assim não podemos nos deixar se levar pela moda!
ResponderExcluirJá o artigo no planeta educação, mostra a importância de não se sentir insignificante, pois todos nós seres humanos somos importante cada qual do seu jeito e lugar... se estamos bem com nós mesmos, tudo em sua vida se proporcionará a estar bom e a cada dia melhor, devemos buscar a LIBERDADE INTERIOR primeiramente e valorizando tudo que fazemos, devemos descobrir quem somos e o que queremos antes de criticarmos e criticar os outros. A felicidade anda junto com a liberdade!
Rafaela Bueno
Pelo filme nota-se que a formiguinha z não gosta de seu trabalho , ou seja, uma grande maioria dos trabalhadores brasileiros se sentem assim ou naum gostam de fazer com o que trabalham. Para fazer a diferença tem que ser nós mesmos, com isso temos que usar a nossa inteligência para resolver isso nos casos muitos brasileiros têm mas não sabem usá-la, ou seja, temos que fazer o que gostamos senaum nunca ficaremos safisfeitos com o nosso emprego.
ResponderExcluirBruno
Esse trecho do filme é bem comum em nossas vidas, quantas vezes um pessoal está mal, se sentindo totalmente insignificante, pede ajuda para alguem, e esse alguem ao inves de ajudar, acaba deixando o desanimado no fundo do poço. Isso ja deve ter acontecido com muita gente, mas nao se pode deixar levar por esses dias de desanimo, temos que nos jogar no mundo, logico que com cautela, e procurar de tudo, fazer novas experiencias para nos achar nesse mundo tao grande.
ResponderExcluirA inteligencia interpessoal e intrapessoal é retratada muito bem pelo filme "formiguinhaz".
ResponderExcluirQuando a formiguinha nasce no formigueiro já é dada a funçao pra as formiguinhas(operario ou soldado)
O que podemos fazer para mudar uma coisa pré-estabelecida? Como poderíamos convencer as pessoas de que precisamos de algo que elas não julgam importantes?
ResponderExcluirÉ ai que se encontra toda a dificuldade de convivência em sociedade, pois cada um tem seus ideais e seus projetos individuais.
"O destino a Deus pertence." quem nunca ouviu isso?
Mas será que é Ele que nos dá o nosso destino ou somos nós mesmos?
Eu creio mais na frase "O nosso futuro é a gente que faz."
Uma vez que tudo que você faz hoje se reflete no seu dia de amanhã.
Por isso eu tento ao máximo fazer às pessoas só o que eu gostaria que fizessem comigo, muito embora isso não seja sempre possível. Já cometi erros, e aprendi com eles lições muito valiosas, como:
Não julgar os outros sem antes conhecê-los;
Não falar coisas sem pensar;
Não deixar de fazer aquilo que se tem vontade;
Entre outras coisaas!
Por isso não se deve baixar a cabeça só porque a sociedade sempre te disse que o certo era fazer o que alguém mandava, pois se você acha o contrário, você pode ser o mandante no futuro e quem sabe até onde pode chegar!?
O mundo seria muito mais facil se fizessemos aquilo que nos mandam fazer ou escolher caminhos e tomar decisões que tornassem nossa vida o mais simples e segura possível. Mas qual seria a graça de se bter uma vida monótona e pre-estabelecida?
ResponderExcluirAcredito que são essas diferentes escolhas e caminhos que tornem as pessoas interessantes. Mas claro que é fato que não se pode fazer o que quizermos pois essas atitudes poderiam afetar outras pessoas e vivendo nós em uma sociedade tais ações não seriam nada saudáveis. Por acreditar nisso tento mater uma boa relação com as outras pessoas, e nunca fazer à elas algo qeu eu não gostaria que fizessem comigo. Mas somos seres humanos e as vezes nossos sentimentos nos fazem esquecer esses ideais e cometer erros, mas senpre acho que por pior que este seja, a como perdoar ou ser perdoado...mas não sou tão inocente a ponto de achar que um pedido de desculpas concerta tudo pois conseguir a confiança de alguem é dificil, mas perde-la é facil.
Marina Borges
Após assistir o trecho do filme e ler o artigo fez com que "abrissem meus olhos" para que para fazer que eu consiga fazer a diferença no mercado de trabalho só depende de mim. Sei que não será facil, mas é um ponto negativo, pois tudo que conseguimos com esforço o resultado é bem mais gratificante e no final podemos dizer eu tinha um objetivo, lutei por ele e consegui!
ResponderExcluirProfessor João Luis,
ResponderExcluirconfesso que o meu sentimento inicial quanto ao frequente link entre educação e cinema era de ceticismo. Porém, hoje tenho uma outra visão. Acredita realmente na didática dessa atividade, e consigo viver o mundo do cinema com outros olhos. Achei incrível como um filme aparentemente infantil e despretencioso pode se tronar objeto de estudo e reflexão, inclusive sobre nossas próprias vidas. Gostei muito!
Com relação filme e ao artigo, enxergo na temática proposta uma grande corporação ou até mesmo o m ercado. Há hoje um tendência forte e massacrante de se tratar uma pessoa como peça de uma máquina, que desempenha uma função e, assim que der defeito, pode ser substituída. O que o trecho nos faz pensar é o desafio que tem hoje as pessoas que possuem cargos de gestão dentro dessas corporações. Fazer com que as pessoas trabalhem motivadas, respeitando as individualidade e necessidade de cada um e entendo as mesmas como pessoa, e não como objeto.
Outra análise a ser feita é de como o trecho vai ao encontro à teoria de Weber: Ninguém é motivável. A motivação parte de uma necessidade interna e individual, - que não é igual para todos - passa por um ciclo até chegar à satisfação. A formiguinha Z não se sentia motivada pois ser um operário não a completava, ao passo que para todas as outras formigas, ser o melhor operário do formigueiro era motivo de satisfação.
Muito interessante!
Vendo o trecho do filme, percebi que é uma critica há sociedade de hoje, onde muitas pessoas fazem o que não gosta para se sustentar no ambiente onde vive.
ResponderExcluirMas as pessoas só dependem delas mesmas para ser feliz e fazer o que gosta.
Presenciar a vida como um mero telespectador não é muito animador.Fazer o que não gosta, para simplesmente não contrariar aos demais, ir contra a sua essência pelo simples fato de não ter coragem de se impor e fazer o que realmente te dá prazer,integrando-se no mundo do comodismo é muito simples, pois não há desafios, preocupações, derrotas e nem vitórias.Mas somos seres humanos e possuímos instintos, desejos, vontades por novidades, somos verdadeiros exploradores da vida. Viver sem fazer o que gosta, sem se sentir parte de algo, como família, sociedade, e até mesmo no trabalho se torna desesperador.
ResponderExcluirMichelle Caetano
Esse filme faz com que nós pensamos e refletimos muito...Não é apenas um filme infantil para se divertir e sim um filme que se você prestar muita atenção mostar caminhos e faz você pensar em muitas coisas, como um trecho do filme que fala do trabalho em equipe, e muitas outras coisas que faz sinceramente você pensar e mudar seus atos e atitudes.
ResponderExcluirpara um sonho ser realizado devemos correr atraz dele, nao adianta trabalhar em um local indesejavel e sem estar feliz.
ResponderExcluirAs vezes da medo de ouvir CORAGEM mas ela chega sempre na hora certa, e nao devemos deia-la fugir, temos que optar por uma realização propria onde estar bem consigo mesmo é o necessario
É muito interessante essa ideia que o filme nos remete em forma de um simples desenho.
ResponderExcluirA ideia que o filme traz em relação a um empreendimento, nos faz pensar que cada um nao é apenas uma "formiga" a mais, e sim, parte de um "formigueiro", onde todos juntos realizamos um só trabalho, em equipe, independete de termos um lider ou nao, somos todos peças vitais para o bom funcionamento do todo.
Larissa Moromizato
A formiguinha Z certamente não está contente com o que tem que fazer dentro da comunidade, e não por isso que ele deve se achar insignificante.
ResponderExcluirA vida é feita a partir de escolhas e a formiga deve lutar pelos seus ideais e viver em busca da felicidade constantemente, tudo oque vier de resto serão boas consequencias de sua atividades é escolhas.
Carolina Albuquerque Lourenço
As duvidas, o descontentamento e a busca por novas possibilidades, sempre estiveram e vão continuar a existir, pois os individuos possuem buscas distintas por caminhos diversos. A sociedade necessita de individuos que possuam um senso crítico, capaz de se avaliarem sua condição dentro de uma sociedade. Sua satisfação pessoal está sendo suprida?
ResponderExcluirsergio ricardo
A inteligencia interpessoal e intrapessoal é retratada muito bem pelo filme "formiguinhaz"
ResponderExcluirQuando formiguinha inteligente que sabe fazer estratégica quando movimento do seu trabalho como operário,soldado,etc..
caio