Cursos de Pedagogia e Normal Superior podem ser fechados...
- "Quarenta e nove cursos de pedagogia e 11 de normal superior (formação de professores) com baixa avaliação no exame da educação superior do Ministério da Educação vão passar por um processo de supervisão pela pasta que pode acarretar desde redução de aluno por sala até a suspensão de novos processos seletivos. O procedimento é semelhante ao que ocorreu com 80 cursos de direito - até agora, 26 deles terão que cortar 6.323 vagas de vestibular, principalmente para diminuir o número de alunos por sala. Os outros ainda estão sendo examinados." (Fonte: Folhaonline)
Formação de educadores é prioridade para um país como o Brasil. Não podemos, entretanto, admitir que a qualidade dessa formação nas universidades seja de baixa qualidade, por isso mesmo a ação de fiscalização e avaliação dos cursos de Pedagogia e Normal Superior por parte do MEC (Ministério de Educação e Cultura) é de essencial importância.
Creio até que seria essencial o surgimento de mecanismos de avaliação dos formandos que fosse equivalente ao exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tanto para os novos profissionais da educação quanto para os de todas as demais categorias - de dentistas a engenheiros, de médicos a economistas, de administradores a nutricionistas,...
A eventual extinção das vagas e dos cursos nas instituições mal avaliadas pelo MEC é triste por conta do fechamento de oportunidades de formação e trabalho, mas deve necessariamente encaminhar as instituições, os profissionais e os estudantes que pretendem atuar em educação a repensar, renovar, atualizar e propor novos cursos em substituição aos que deixaram de existir. Cursos esses que não seriam apenas releituras dos anteriores, mas propostas renovadas e que busquem excelência, qualidade e formação de primeira!
Por João Luís Almeida Machado

Olá João,
ResponderExcluirSeu site/blog ficou muito bacana, parabéns!
Tanta avaliação, quando verdadeiramente tudo é resultado da falta de qualidade no ensino fundamental público. Os investimentos deveriam começar por aí. No passado, não muito distante, não havia tanta escola particular,nem avaliação para OAB.
Abraços,
Fátima Campilho