O Animal Político
“Um aspecto importante na análise marxista (particularmente aquela inspirada nos textos dos Grundrisse) da individualidade do ser humano é a referência explícita e literal que Marx faz à famosa definição aristotélica de homem (presente tanto na Política como na Ética a Nicômaco) como zoon politikon (animal político). Para Aristóteles ‘o homem é por natureza um animal político’, isto é, um ser vivo (zoon) que, por sua natureza (physei), é feito para a vida da cidade (bios politikós, derivado de pólis, a comunidade política). No contexto da filosofia de Aristóteles, essa definição é plausível e revela a intenção teleológica do filósofo na caracterização do sentido último da vida do homem: o viver na pólis, onde o homem se realiza como cidadão (politai) manifestando, no termo de um processo de constituição de sua essência, a sua natureza.” (Prof. Dr. César Augusto Ramos - Prof. Filosofia Política – Depto de Filosofia da UFPR)
Aristóteles definiu os seres humanos como sendo “animais políticos”. A base para sua colocação, tantas vezes mal-interpretada, partiu da premissa de que somos seres sociais e que, por conta das particularidades dos espaços nos quais desenvolvemos nossas vidas, temos maior propensão e melhor adaptabilidade ao espaço urbano, a cidade ou, de forma mais adequada ao contexto de vida daquele pensador grego, a “pólis”.
O termo “pólis” tem estreita ligação com a vida dos helenos (gregos) da Antiguidade Clássica, pois define as bases territoriais de vida social e política em que se assentavam as comunidades unidas por fatores de proximidade entre as pessoas, como origens familiares, tribais, étnicas, linguísticas e culturais.
Surgidos a partir da migração de povos provenientes da Europa Oriental, Ásia e da Ilha de Creta (Civilização Micênica), como os jônios, dórios, eólios e os micênicos (ou cretenses), os primeiros povoados gregos, regidos pelos “pater” e, portanto, baseados na célula mater das sociedades, as famílias, deram origem as cidades gregas, as pólis.
A compreensão de Aristóteles, grego de gerações posteriores a conformação sócio-política e cultural que deu origem a cidades esplendorosas como Atenas e Esparta, portanto considera que, enquanto degrau evolutivo da humanidade, a pólis (cidade) configura o espaço máximo de expressão e realização humana, mas que tudo isso depende, porém, da forma como as pessoas irão conduzir esta existência coletiva.
A utilização da expressão “animal político” leva em consideração tanto o fator geográfico, físico e as questões relativas à delimitação de fronteiras – que por sua vez estipulam não apenas os espaços por onde podem e devem transitar os membros de uma determinada comunidade, como também os elementos e características que os definem social e culturalmente – como também pede e define como imprescindível a criação de regras, leis, bases de convivência e elementos de governabilidade.
E é, justamente, nesta migração para bases elementares para a coexistência pacífica entre os membros de uma mesma comunidade que se define aquilo que atualmente identificamos e intuímos ser “política”.
Os gregos, em especial os atenienses, discutiam as questões de interesse público, obviamente também mescladas a elementos mobilizadores de base particular, em praça pública, na chamada “ágora”. Mas a experiência da democracia direta, mesmo porque aplicada a uma única pólis e não a um conglomerado delas, funcionava porque as assembleias tinham que ser convencidas pelos articuladores das ideias e propostas ali mesmo, ou seja, in loco.
Convencer os cidadãos e não os representantes destes era muito mais complexo do que aquilo que hoje vemos nos corredores do Senado ou da Câmara Federal, no qual reinam os conchavos e imperam os lobistas com seu alto poder de sedução pautado em benefícios de alto valor...
Podem alegar os detratores da democracia vivida em Atenas que esta experiência não constitui uma versão exponencial de tal regime político porque as restrições à participação de expressivos contingentes sociais (como as mulheres, os menores de idade, os estrangeiros e os escravos) lhe destitui de tal representatividade que permita considerar tal experiência como sendo realmente expressão de governo (cratos) do povo (demo).
Mas o que, por outro lado, levam historiadores de diferentes origens e matizes ideológicos a considerarem a experiência dos atenienses como sendo legítima é o estabelecimento das assembleias públicas, dos fóruns e tribunais que julgavam as pendências, das bases de governo e responsabilização direta pela administração daquilo que era comum, coletivo e de usufruto de todos.
Os romanos, herdeiros do rico acervo cultural grego, composto pela política e por tantas outras matrizes genéticas que se espalharam pelos quatro cantos do mundo (como a filosofia, as artes plásticas, o teatro, a literatura...), deram continuidade e reforçaram as bases operacionais que confirmam a tese do “animal político” de Aristóteles, com o refinamento e aperfeiçoamento das bases jurídicas que sustentam o espaço político por excelência, as cidades...
Em ambos os casos, é preciso ressaltar que tanto gregos como romanos determinaram para a eternidade como fundamento social, contestado com veemência a partir do século XVIII, com os movimentos sociais de contestação ao capitalismo, a propriedade privada e, com ela, a diferença social. O passar dos séculos viu migrar o poder das mãos de quem tinha terras para quem detinha o capital ou, mais recentemente, o conhecimento...
Além disso, a Antiguidade Clássica herdou de seus antecessores, das sociedades hídricas ou baseadas no modo de produção asiático, como os fenícios, egípcios e os povos da Mesopotâmia a proeminência dos laços de sangue, da troca de favores e ainda da necessidade de estar bem-relacionado socialmente para conseguir progredir...
Ou seja, de certa forma, pode-se dizer que, guardadas as devidas proporções, somos herdeiros de séculos e séculos de hábitos e ações que constituem aquilo que definimos como “política”. E isto serve tanto para aquilo que podemos considerar como de interesse geral e, portanto, o que pode ser considerado benéfico, pois teoricamente coloca em pauta o que beneficia não apenas uma pessoa ou um pequeno grupo e, sim, a maioria do corpo social, quanto àquilo que fere os interesses coletivos...
E é nesta seara que migramos da política para a politicagem. Que, também nos conformes da teoria, deveria ter sido brecada ou ao menos estancada a partir da consolidação do sistema de poder tripartido, sugerido pelos iluministas, com destaque para a obra de Montesquieu, “O Espírito das Leis”. De acordo com o filósofo francês, ao estabelecermos a divisão de poderes com o surgimento do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, estaríamos tornando menos complexa a administração, delegando poderes a representantes que iriam defender os interesses da coletividade e, ao mesmo tempo, criando meios de fiscalização de um para outro poder que tornariam menos propícia a corrupção, o clientelismo, a prevalência dos lobbies...
E não é que, a República Democrática cruzou o Atlântico e mesmo com atraso chegou ao Brasil, a partir de 1889. Pensou-se por estas bandas que a superação do Império nos levaria a uma condição de maior prosperidade, liberdade, igualdade e fraternidade... No entanto, logo de cara estabeleceu-se o princípio do benefício em favor do Café com Leite, com a República dos Coronéis, a política do “é dando que se recebe”, os currais eleitorais, o voto fantasma...
E o que pensar de hoje em dia, depois de idas e vindas daquilo que esperávamos ser a democracia brasileira, com golpes de estado (como na década de 1930, com Getúlio Vargas, ou em 1964, com o estabelecimento da longa noite da ditadura militar) e até mesmo a abertura de um processo de impeachment logo quando o estado democrático de direito parecia estar se restabelecendo no país, no início da década de 1990, quando cassaram o mandato do “caçador de marajás”, o candidato collorido?
A leitura atual da expressão cunhada por Aristóteles, quanto ao homem como “animal político”, no Brasil e em outras partes do mundo também (com maior ou menor ênfase), nos leva a crer no predomínio da palavra “animal” que sobrepuja toda a compreensão anterior trazida a tona quanto ao conjunto da expressão e, em especial, a análise do termo “político”... Pensando-se, quanto a isto, nos animais quanto aos seus instintos mais primários, aqueles que se mostram mais presentes quando estes seres lutam por sua sobrevivência e, neste ensejo, ignoram qualquer sentido de respeito a vida em grupo, quanto mais a qualquer aspecto relacionado a civilidade, a princípio própria apenas aos seres humanos...
Este parece ser o quadro atual das condicionantes políticas brasileiras, ou seja, em pleno 3º milênio, regredimos a estágios animalescos que superam qualquer outro vetor, principalmente os que dizem respeito ao compromisso público que deveria ser assumido por todo e qualquer representante do povo estabelecido nas tribunas e bancadas do legislativo, do judiciário ou do executivo...
Por João Luís de Almeida Machado
Membro da Academia Caçapavense de Letras

Parabens pelo ótimo texto e bom ponto de vista sobre a politica e de quem vota nesses dias de hoje. Por que afinal, pior do que está não fica.
ResponderExcluirO homem segundo Aristóteles foi feito para vida na cidade vivendo em grupo social.
ResponderExcluirNo Brasil vivemos uma politica individualista. Com isto foi esquecido que o homem faz parte de um contexto social, ignoram-se qualquer sentido de respeito a vida em grupo quanto mais qualquer aspecto relacionado a civilidade
Juliana B. RA 112716
Katia RA112594
Segundo Aristóteles,o homem é por natureza um animal politico,ou seja, feito para a vida na cidade,vivendo em comunidade, visando o bem coletivo.
ResponderExcluirExemplo disso, foram os primeiros povoados gregos,que deram origem as cidades.
Hoje,no Brasil,vivemos uma política que retrata um homem de uma natureza animal,onde visa o interesse individual,a própria sobrevivência.
É percepetivel o regresso do homem,ficou esquecido que o homem é o ser politico,feito para viver em sociedade,vivendo,dialogando,respeitando,visando o progresso de todos.
A educação é de fato,uma esperança.Pois é na escola que se adquire o conhecimento,a base para a formação social do homem.
Contribuindo assim,para uma possivel mudança no quadro político do Brasil.
Antonia Edilma RA: 112623
Elen Poliana RA: 112615
Rosemary da Silva Garcia RA:110493
ResponderExcluirTalita Aparecida da Silva RA:110786
3º PNA
Animal Político
A idéia partiu de Aristóteles quando definiu os seres humanos “Animais Políticos” , como seres sociais , por termos maior propensão e melhor adaptação ao espaço urbano .
A expressão “Animais Políticos” vem do fator geográfico, físico e delimitação e fronteiras onde uma determinada comunidade, que define o social e a cultura , de acordo com a cultura , regras e leis são estabelecidas .
Partindo do principio que os detratores da democracia vivida em Atenas como experiência do regime político com algumas restrições , como as mulheres, menores de idade , estrangeiros e escravos, sendo uma experiência do governo.
Tanto os Gregos e os Romanos determinaram a “Eternidade” como fundamento social, a partir do SEC.XIII com o inicio dos movimentos sociais importantes como o capitalismo, a propriedade privada, com o tempo quem tinha o poder era as pessoas que tinham mais conhecimentos e capital.
Somos herdeiros das ações e conhecimentos que foram feitos à séculos atrás , no qual podemos chamar de política , podemos considerar um interesse geral que beneficia toda uma sociedade sempre buscando interesses coletivos , como a Republica Democrática que começou em 1889.
Já estamos no 3º Milênio e cada vez mais regredimos , com a falta de compromisso público que de acordo com as campanhas políticas deveriam ser assumidos por representantes políticos eleitos pelo povo.
O texto refletiu bem uma realidade do mundo de hoje, que muitos cidadãos ignoram o sentido de respeitar a vida em grupo, e age por si próprio se esquecendo das pessoas em sua volta, da sociedade, agindo por si e não pelos outros, a Política mesmo é assim, todos votamos pensando em nós no que vai ser bom para nós e não para a humanidade, às vezes temos que se por no lugar do próximo, para a nossa política mudar agente tem que pensar num todo e não só em nós, não adianta nada agente ir sozinha fazer alguma coisa pra mudar, por que não mudará. Tem que ser unidos, todo cidadão.
ResponderExcluircomo se refleti essa parte do texto: “de certa forma, pode-se dizer que, guardadas as devidas proporções, somos herdeiros de séculos e séculos de hábitos e ações que constituem aquilo que definimos como “política”. E isto serve tanto para aquilo que podemos considerar como de interesse geral e, portanto, o que pode ser considerado benéfico, pois teoricamente coloca em pauta o que beneficia não apenas uma pessoa ou um pequeno grupo e, sim, a maioria do corpo social, quanto àquilo que fere os interesses coletivos... ”
“Pensando-se, quanto a isto, nos animais quanto aos seus instintos mais primários, aqueles que se mostram mais presentes quando estes seres lutam por sua sobrevivência e, neste ensejo, ignoram qualquer sentido de respeito a vida em grupo, quanto mais a qualquer aspecto relacionado a civilidade, a princípio própria apenas aos seres humanos”
“Este parece ser o quadro atual das condicionantes políticas brasileiras, ou seja, em pleno 3º milênio, regredimos a estágios animalescos que superam qualquer outro vetor, principalmente os que dizem respeito ao compromisso público que deveria ser assumido por todo e qualquer representante do povo estabelecido nas tribunas e bancadas do legislativo, do judiciário ou do executivo...”
A política vem de geração a geração e se refleti sim em cada um de nós como idéias, princípios e leitura de mundo, mas temos que ver a realidade como num todo e não apenas em nós, no nosso mundinho, é passada por geração a cada seres humanos, basta você passa e agir como um todo, nós não podemos regredir a essa política, a esse jeito individual e sim lutar pelo nosso direito como cidadão e como uma humanidade, unidos.
Nome: Larissa Maiara Diniz RA: 110370
Nome: Diana de Fátima Palmeira RA: 110366
Turma: 3PNA
Professor: João Luis
Matéria: Política da Educação
Até hoje em muitos lugares prevalece pelo fato de muitos políticos, governantes ou até mesmo pessoas que tem posição junta á comunidades, devido a elas estabelecem indicações para determinados cargos prevalecendo o favorecimento.
ResponderExcluirO que prevalecia era o poder de liderança de algumas pessoas que muitas vezes desacreditava pelo fato de pensar a frente dos povos de sua época.
E como a população tivesse limitações de espaço, língua e pensamentos, implicando de onde a pessoa vinha e para onde ela iria. Poderia sofrer preconceito e rejeição pelo fato de onde a mesma se direcionava.
Ou seja, nos dias de hoje a população não tem a acesso as ideias dos políticos que os representa, devido aos mesmos discutem suas ideias nos plenários. Onde no inicio da democracia era discutidos em praça publica. Numa época onde se elegia lideres pelas suas ideias e não posição que o mesmo exercia na sociedade, ou ate mesmo eleger pessoas pura revolta, onde o mesmo nem sabe que o responsável pelo cargo no qual acaba de ser eleito para exercer na sociedade.
Juliana Aparecida Ribeiro
3pna RA: 112242
1ª idéia – O homem é um animal político porque nasceu para viver em sociedade, em espaços urbanos, em que se assentavam as comunidades unidas por fatores de proximidade entre as pessoas, como origens familiares, tribais, étnicas, linguísticas e culturais, bem como também pede e define como imprescindível a criação de regras, leis, bases de convivência e elementos de governabilidade.
ResponderExcluir2ª idéia – Política – Os povos antigos organizavam as cidades através de assembleias em praça públicas denominadas de “Ágora” e era aplicada a uma única “polis” e funcionava porque as assembleias tinham que ser convencidas pelos articuladores das ideias e propostas ali mesmo, ou seja, in loco. Os romanos reforçaram as bases operacionais que confirmam a tese do “animal político” de Aristóteles, com o refinamento e aperfeiçoamento das bases jurídicas que sustentam o espaço político por excelência, as cidades.
3ª idéia – Herança política - Pode-se dizer que, guardadas as devidas proporções, somos herdeiros de séculos e séculos de hábitos e ações que constituem aquilo que definimos como “política”. E é nesta seara que migramos da política para a politicagem. Logo de cara estabeleceu-se o princípio do benefício em favor do Café com Leite, com a República dos Coronéis, a política do “é dando que se recebe”, os currais eleitorais, o voto fantasma. Em pleno 3º milênio, regredimos a estágios animalescos que superam qualquer outro vetor, principalmente os que dizem respeito ao compromisso público que deveria ser assumido por todo e qualquer representante do povo estabelecido nas tribunas e bancadas do legislativo, do judiciário ou do executivo.
A relação que a política tem com a educação, como diz o proprio texto é a criação de regras, leis e bases de convivencia. Em sala de aula temos que articular ideias e propor argumentos. Além disso a escola também funciona como um meio de unir pessoas pelos fatores de proximidade, como origens familiares, tribais, étnicas, linguísticas e culturais, comprovando a tese do animal político
Nomes: Larissa Fernanda e Leciene Ramos
ResponderExcluirTurma:3PNA
RA:112661 e 112057
Este texto fala sobre a expressão usada por Aristóteles,onde diz que o homem é um "animal político", para ele o homem é um animal político na medida em que se realiza plenamente no âmbito da pólis(cidade),ou seja, a cidade ou a sociedade política é o bem mais elevado e, por isso os homens se associam em grupos,e a união desses grupos resultam na cidade e no estado, onde o homem se realiza como cidadão.
Para Aristóteles, um cidadão deve ser, politicamente ativo e participante da coisa publica, segundo ele, quem não sabe nada, não se pode ser um cidadão.
O termo Pólis que era usado por Aristóteles,é a cidade, onde ele diz que a cidade é soberana dentre todas as comunidades e busca o bem soberano.
Enfim, este texto nos faz começar a pensar de um modo de diferente e melhor a política de nossos dias.
Aristóteles diz no texto que todos somos animais, homens e natureza, porém nós somos animais politizados (racionais), ou seja, q somos criados para viver em sociedade visando sempre o bem de todos, mas isso nem sempre acontece Um grande exemplo que temos são as primeiras comunidades ou grupos de pessoas. Hoje no mundo o homem vive de forma mais civilizada, mas isso até que seu instinto animal seja aguçado,quando isto ocorre muitas vezes não hesitamos e agimos como animais irracionais agredindo uns aos outros,fato que cada vez mais tem sido comum. Nós formadores temos que nos instruirmos para dar aos nossos alunos uma formação onde encontrem caminhos que visem vivermos mais civilizadamente e não somente de sermos pessoas individualizas nos interessando apenas nós mesmos. Hoje podemos ver o quanto a cada dia o homem regride a passos largos deixando cada vez mais de lado o ser politizado que um dia todos fomos pessoas que conseguiam viver mais em paz, que conversavam e resolviam ao identificar alguma situação problema. A Educação ainda é nossa grande esperança de um dia podermos ter de volta uma sociedade tranqüila onde as pessoas saibam resolver seus problemas de forma educada e civilizada, pois é através dela que ampliamos a formação social do homem e ao ampliar esta formação nós educadores contribuímos para as mudanças necessárias no nosso mundo.Cintia 112748 e Daniele 112600
ResponderExcluirA politica mexe com o destino de todos nòs.Na politica,assim como na vida,existem pessoas de excelente carater e outras nao.Todos os seres humanos nescessitam da vida social e todos valem a mesma coisa.Somos verdadeiramente animal politico, e nao devemos ter medo dos conflitos.Nem mesmo penssar só em nós, temos a força so nos falta reconhecer sem medo de lutar. Priscila Cardozo RA 112201 E SILVANA Beltante RA 110320
ResponderExcluirTemos três pontos importantíssimos citados, em primeiro lugar sobre a definição de Aristóteles de que “os seres humanos como sendo “animais políticos”.” Políticos porque desde os primórdios vivemos em sociedade.
ResponderExcluirOutro é a confirmação dessa ideia através de uma herança depositada em toda parte do mundo, de norte a sul, de leste a oeste.
E partindo desses princípios temos o que vem a ser o “animal” e este é o terceiro.
Trazendo para nossa realidade, a nossa história politica, temos por exemplo, o “benefício em favor do Café com Leite, ora com a República dos Coronéis, a política do “é dando que se recebe”, os currais eleitorais, o voto fantasma...”, (aonde, se pararmos para refletirmos existe até os dias atuais), entendemos então que um dos instintos que mais prevalecem no homem é o egoísmo, pois a partir dele esquecemos o respeito como citado, de aplica-lo na “vida em grupo, quanto mais a qualquer aspecto relacionado a civilidade”, e se pararmos para pensar vemos claramente que não progredimos.
A partir daí podemos relacionar a nossa educação, e o papel do educador na sociedade.
Um aspecto que podemos ver é que a política move com o destino de todos nós. Muitas vezes deparamos na política com pessoas que só pensam em si mesmos, em enriquecer nas custas dos outros, e nós muitas vezes somos vítimas de tudo isso, e os nossos filhos e netos estão sujeito a passar por tudo isso, temos que ter força para lutar sem medo dos conflitos pela a necessidade da sobrevivência na vida social.
Somos realmente um “animal político” mas podemos lutar para reverter e tornar a vida social mais “ humana”, temos que mudar o modo de pensar em si próprio e olhar mais para os outros, e não esquecer que todos nós somos seres humanos e não animais.
Por fim o que entendemos é que o papel do educador é de ajudar a construir seres políticos pensantes que reflitam cada e deixe de ser apenas um “animal politico”.
Andreza de Freitas
Rosiris Freitas
O termo "animal político" foi definido por Aristóteles,para ele o homem e um ser vivo adaptado para viver na cidade ,sendo um ser social e individual na sociedade.Isto nos faz refletir sobre a realidade,pois realmente o homem é um "animal político"o seu individualismo está acima de tudo,não se preocupando com a sociedade e sim nos seus interesses políticos.
ResponderExcluirPodemos observar no texto a evolução da política e seus valores,que foram mudando conforme o tempo e em cada sociedade.
Com o passar dos séculos a herança política prevaleceu buscando os interesses coletivos que beneficiam sociedade.Isto é o que identificamos
como política .
A realidade política brasileira infelizmente é diferente,temos em nosso meio políticos que só pensam em seus interesses,esquecem a civilidade brigando por eles ,ignoram tudo que diz respeito a sociedade.O poder predomina nas mãos daqueles que possuem capital ,comprando e enganando a sociedade.Temos em nosso meio verdadeiros animais políticos.
Nós educadores não podemos olhar a política somente por este lado e pensar em desistir.Temos
que obter conhecimento e perseverar nos valores políticos,buscando melhorias para a educação e formando uma sociedade melhor.
Letícia RA 112935
Sheyla RA 112944
nomes: maria cristina e irineia freitas
ResponderExcluirturma: 3pna
1-Idéia Aristóteles definiu os seres humanos como animal político, quer dizer que todos somos um ser político, com necessidades de interação, organização e adaptação.
Política é importante na organização, direção e administração de nações ou estados; política e a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com a sua militância.
2- Idéia: dessas leis é que devemos ser críticos e fazer muita política do bem para coletivamente vivermos em ordem.
3-Idéia: o educador tem um papel importante na política das sociedades, eles devem acompanhar o desempenho dos governantes eleitos para que possa contribuir para mudar o sistema. A ausência de debate político na família e na escola leva o aluno a descrença no futuro. A grande maioria dos alunos não sabe qual o papel e desempenho por cada um dos três poderes e a importância da política. O educador moderno deve assumir papéis que conduza o aluno a desenvolver o senso critico, estimulando os a questionarem os fatos para tomar suas próprias decisões.
O autor usa essa expressão de "animal politico" por levar em consideração o fator geografico e físico,como também os elementos que definem social e cutural e as criações de recras,leis basicas,de convivencia governamental para questionar os interesses publico. o que entede-se "politico" isto é que a maioria deles só pensa no seu proprio interesse, sem se preocupar com o proximo,além dos casos que já ouvimos da politica "café com leite",é dando que se recebe,os currais eleitorais,o voto fantasma golpes de estado com Getulio Vargas,o impeachment ex presidente collor,na verdade isto sim é oque dizem respeito com a sociedade,o que deveria ser representado pelo o povo e trabalhar com resposabilidade,é assim que entendemos o que é politica e o que é politicagem.Aurinete RA:112081 Soraia
ResponderExcluirAnimal Politico.
ResponderExcluirMuitos Brasileiros não dão importância para a política. Ex: na época do horário político todos desligam a televisão, sem pensar que é ali que está o nosso futuro. É onde ficamos nas mãos de muitos que não sabem nem o que estão fazendo ali, só pensando no salário gordo que vão ter no final de cada mês, sem ter feito alguma coisa para a Sociedade.Por mais chata que a aula de política possa ser é imprescindível que os estudantes tenham um pouco de conhecimento sobre política, afinal só através desse conhecimento de causa conseguiremos criar um país mais justo, com menos desigualdades, com melhores distribuição de renda. Através do exercício do direito de cidadão, o voto, conseguiremos se não banir ao menos diminuir no congresso os Azeredos, os Paloccis, os Tiriricas,entre outros.
É hora de nós cidadãos, pensar muito na hora de votar, pois estaremos definindo o nosso futuro uma vez que ele estará relacionado ao grau de comprometimento dos governantes.
Hoje temos como ter acesso à listagem de cada candidato como Presidentes, Governadores e Deputados etc. Onde ali podemos verificar todos os serviços prestados por eles; antes mesmos de dar o nosso voto, ai cabe a nós fazermos a nossa parte e votar conscientes para que seja uma pessoa que tenha conhecimento, entre e faça algo para a Sociedade.
O homem é incapaz de viver em sociedade sem interesse, mas o fato de ele próprio não se unir a algo sem estar interessado em seus desejos imediatos, proteção e alimentação. O ser humano tende ir além da razão e potencialidade, seus pontos importantes para suas realizações devem almejar organização política, estatuto iminentes político, noção, governo, liberdade e igualdade segundo Aristóteles.
Por isso Aristóteles definiu os seres humanos como sendo “animais políticos”.
"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Vota na ignorância e acaba colocando um Tiririca da vida, o que esse canditado irá oferecer ao nosso país. Vamos acordar lutar pra colocarmos pessoas que realmente entendam e façam a diferença no poder para o povo Brasileiro.
Convencer os cidadãos e não os representantes destes era mais complexo do que aquilo que vemos hoje nos corredores do Senado ou Câmara Federal, nos quais reinam os conchavos e imperam os lobistas com seu alto poder de sedução pautados em benefícios de alto valor...
Erica-111674
Fabiana-110494
1ºidéia:Segundo Aristóteles definiu os seres humanos como animais políticos,de que somos seres sociais e que,por conta das particularidades dos espaços nos quais desenvolvemos nossas vidas,temos maior propensão melhor adaptabilidade ao espaço urbano.
ResponderExcluir2°idéia:A expressão animal político,que por sua vez estipulam apenas o espaço por aonde podem devem transitar os membros de uma determinada comunidade,como também os elementos e caracteristicas que os definem social e culturalmente-como também pede e defini como iprescindível a criação de regras ,leis,bases de convivência e elementos de governabilidade.
3° idéia:Com a Experiência da democracia direta ,mesmo por que a uma única pólis e não a um conglomerado delas,funcionava por que as assembleias tinhas que ser convencidas pelos articuladores das idéias e proposta ali mesmo,ou seja, in loco.
Suzanne -RA:112734
Jeanne-RA:112950
Para Aristóteles, o homem foi feito para a vida na cidade, ou seja, viver na polis, o que significava ser realizado como cidadão, participar da política, adaptando-se assim ao espaço urbano. Isso, contudo, depende da forma como as pessoas irão conduzir esta existência, a fim de atingir a expressão e realização humana.
ResponderExcluirAntigamente a política “funcionava”, pois as Assembléias estabeleciam relações entre as partes, unindo as ideias e propostas, davam aos cidadãos a convicção de suas ideias e não só aos representantes como é feito atualmente.
Ao olharmos a política, principalmente no Brasil, por exemplo, só enxergamos o lado escuro daqueles que só querem se dar bem, os escândalos, a má administração dos recursos adquiridos através de impostos abusivos entre outros.
Por isso a expressão “animal político”, em referencia ao extinto de sobrevivência, cada um por si.
Cabe a cada profissional da área da educação o resgate da essência da política humana. E assim sendo, conduzir seus alunos a compreensão de seu significado e bom uso. A nobreza da política, que nos foi legada pela sociedade grega, não pode continuar representando um mero mito em nossa comunidade. A política é uma ferramenta vital a existência do homem indivíduo e o homem sociedade. Precisamos nos aproximar da verdadeira política, ao passo que nos repelimos da politicagem.
Fernanda Xisto RA 110702
Jane Camargo RA 111390
Segundo Aristóteles disse: ‘o homem é por natureza um animal político’,pois ele é para a vida da cidade,ou seja,a intenção do filósofo é a caracterização do sentido último da vida do homem: “onde o homem se realiza como cidadão manifestando, no termo de um processo de constituição de sua essência, e de sua natureza.”
ResponderExcluirCom isso hoje no Brasil, vivemos uma política onde os indivíduos só visam o seu próprio interesse. Isso faz com que se torne claro que os homens se esqueceram da vida em sociedade, onde uns precisam dos outros!
Na escola é a única fonte aonde podemos ter um imenso conhecimento, para que possamos crescer não só individualmente como em sociedade, fazendo de nosso país uma mudança sempre positiva e inovadora.
Ana Lígia - 110622
Carolina - 110707
Camila Carvalho e Marília Ribeiro 3PNA
ResponderExcluirAristóteles definiu os seres humanos como sendo “animais políticos”. Como seres sociais e que, por conta das particularidades dos espaços nos quais desenvolvemos nossas vidas, temos maior propensão e melhor adaptabilidade ao espaço urbano, a cidade ou, de forma mais adequada ao contexto de vida daquele pensador grego, a “pólis”.
A evolução da pólis(cidade)depende do ser humano, de como ele irá conduzir a existência coletiva, o convívio com o outro e suas idéias.
Somos herdeiros de séculos e séculos de hábitos e ações que constituem aquilo que definimos como “política”. E isto serve tanto para aquilo que podemos considerar como de interesse geral e, portanto, o que pode ser considerado benéfico, pois teoricamente coloca em pauta o que beneficia não apenas uma pessoa ou um pequeno grupo e, sim, a maioria do corpo social, quanto àquilo que fere os interesses coletivos...
O texto aborda o ser humano o comparando com um animal.No qual é distinguido geograficamente e culturalmente.é sub entendido que somos seres socias, mesmo tendo como referência a individualidade do ser humano.
ResponderExcluirPolítica pode ser entendida como uma forma de convivência pacífica entre membros de uma mesma comunidade, onde são considerados os interesses coletivos para melhoria do bem estar da sociedade.
tratando-se de política a nível Brasil,vemos pessoas que lutam pela sobrevivência assim como animais, se desprendendo de uma vida coletiva, sendo assim também nos setores privados, polítcos e judiciário não priorizando a sociedade como um todo.
Nome: Roseane Fernanda RA: 112105
Nome: Isabella RA: 112222 Turma: 3PNA
Professor: João Luis
Disciplina: Política da Educação
Camila Fernanda e Elisandre
ResponderExcluirRA:111512,110825
-Um dos pontos principais é que Aristoteles considera o homem um animal politico,que é criado para viver em sociedade,hoje em dia a politica é visada com o homem que luta pela sua sobrevivencia sendo individualista.O homem não pode ser assim,tem que viver com mundo em sua volta e pensar nas pessoas,ajudando a melhorar a polita individualista.Nas escolas ajudam a aproximar as pessoas,a mostrar que o que cada um acha e pensa,e não pode ser como a politica que cada um pensa em si só.
-Os povos antigos reuniam as cidades atraves de assembleias em praças publicas chamadas de "Agora" e a assembleia funcionava porque tinham de ser conhecidas pelos articuladores das ideias e propostas.Os romanos firmavam a tese do "animal" politico de Aristoteles.
-A população de hoje é considerada herdeira das atitudes politicas individualistas de séculos e séculos passados
O homem como animal político, segundo a compreensão de Aristóteles, deve viver em sociedade, configurando uma pólis (cidade), com suas regras pré-definidas, social e culturalmente, pois foi conduzido a uma existência coletiva.
ResponderExcluirMas, por outro lado, as origens ideológicas consideram como sendo legítima o estabelecimento de assembleias públicas, fóruns e tribunais que julgam as pendências públicas, das bases do governo e administração do comum e coletivo.
Na atual conjuntura política, o educador deve saber filtrar e julgar de maneira clara o concisa, os trâmites envolvendo a atual democracia de nosso sistema brasileiro com o objetivo de saber julgar com uma condição de maior prosperidade, liberdade, igualdade, ou seja, para a democracia brasileira.
prof a última postagem é da Carla da Silva Lima
ResponderExcluir3 pna RA 112654 hora: 23:38
Valéria.F da Silva/111476 Bilac/ 3ºPedagogia
ResponderExcluirSomos seres políticos e ao mesmo tempo estamos ligados aos nossos instintos de sobrevivência, que muitos extrapolam e segem segundo seus interesses, mais reconditos em suas almas.Interesses esses que são aceitos até por quem sofre seus efeitos.Viver em prol da coletividade requer muita força interior,cárater e moral elevada , pra não ser corrompido pelo sistema político instalado e cristalizado por longas gerações.Mudanças serão feitas quando a novas gerações apartir de uma orientação educativa , socio , política e econômica for trasformada e acompanhada de uma ética moral sem precedentes.Assim teremos uma nova visão e leitura de mundo e deixaremos um legado imenso pras gerações futuras, mais justa e de liberdade e Amor da que vivemos. atualmente.
Para manter a ordem e viver em sociedade o homem viu a necessidade de se tornar um ser político.
ResponderExcluirDefendia os interesses públicos, não somente pelo povo mais também por se formar em socialmente.
Era um tanto mais difícil discursar e ver oque fazer em benefício da população, por justamento estar mais próximos a ela; Hoje ser político "talvez" seja mais simples, se não fosse, não existiriam tantos "tiriricas" no senado.
A visão de animal político como a que o governo defende a população, hoje é distorcida, não há ética, não há moral, não há civilidade, defendem interesses com veêmencia, mais infelizmente, são apenas os seus.
o Papel do educador é mostrar as diversas faces da política , as funções que cada um ocupa, despertar o interesse, o debate, e o espírito crítico do aluno.
Alunas: Gabriela Amore 112172/Juliana Cunha 112371. Turma 3PNA